Vamos conversar sobre A IMPORTÂNCIA DA COMUNICAÇÃO PARA OS TRABALHADORES. É a proposta da 6ª edição do BATE-PAPO com o SINDICATO, que irá ao ar, ao vivo, no dia 13 de agosto, quinta-feira, a partir das 19h.
Na live, o presidente do Sindicato Rogério Manoel Correa recebe a Secretária de Formação da CUT Rosane Bertotti. Ela foi secretária Nacional de Comunicação da CUT entre os anos 2006 e 2015, onde representou a entidade na coordenação do Fórum Nacional da Democratização da Comunicação (FNDC).
Para participar e também enviar perguntas, procure o link da transmissão ao vivo na página do Facebook do Sindicato @sindicatoseef, ou acesse a página do YouTube: https://www.youtube.com/channel/UCKiQG6MIc3om2XGTMo4vNRA.
No canal do YouTube você consegue também assistir todas as edições já realizadas do BATE-PAPO com o SINDICATO. Vá lá, se inscreva no canal e fique por dentro dos assuntos de interesse dos trabalhadores em edifícios.
Para protestar contra o descaso dos governos Federal e Estadual diante das quase 100 mil mortes no país e dos quase 100 mil casos em Santa Catarina por Covid-19, representantes de sindicatos da CUT e da CTB realizaram uma mobilização em Florianópolis na manhã desta sexta-feira (7), Dia Nacional de Luto e de Luta Em Defesa da Vida e do Emprego. Os participantes se concentraram em seus carros em frente à Fundação Catarinense da Cultura (CIC) e saíram em carreata até o Centro Administrativo do Governo do Estado.
Em frente à sede oficial do Governo, os dirigentes sindicais -mantendo o distanciamento e usando máscaras – realizaram um ato simbólico com faixas e cartazes em defesa do isolamento social, por Fora Bolsonaro e pedindo mais proteção e políticas de emprego e renda aos trabalhadores. Em sinal de luto pelas vítimas do Covid-19, balões pretos e cruzes foram colocadas no chão.
A presidenta da CUT-SC, Anna Julia Rodrigues, lembrou que a negligência para conter a pandemia não é só de Bolsonaro, mas também do governador Moisés “Estamos aqui para pedir pelo fim do governo genocida de Bolsonaro, que desde o início da pandemia ignora a gravidade do vírus e brinca com a morte de quase 100 mil brasileiros, mas não podemos esquecer que os catarinenses também estão abandonados pelo governo. Desde o início de junho, Moisés lavou as mãos e abandonou a sua responsabilidade como governador de proteger o povo”. Anna lembro que Santa Catarina já é o epicentro do vírus no país, que os leitos de UTI estão lotados e que se não forem tomadas medidas urgentes para controlar a pandemia, outras milhares de família no estado verão seus entes queridos morrendo com o vírus.
Fonte: CUT-SC | Escrito por: Pricila Baade | Foto: João Arthur Rodrigues
A live semanal do SEEF nesta quinta-feira, dia 6 de agosto, receberá a assessora jurídica do SEEF e do Sindicato dos Comerciários de Florianópolis Mariazinha Campanhin, que conversará com o presidente do Sindicato, Rpgério Manoel Correa, sobre as sucessivas Medidas Provisórias e decretos do governo federal que têm alterado os contratos de trabalho durante a pandemia.
Você é nosso convidado especial: acesse a página do Facebook do SEEF e encontre lá o link para a transmissão ao vivo, ou, ainda, acesse diretamente o canal do YouTube (https://www.youtube.com/channel/UCKiQG6MIc3om2XGTMo4vNRA). Quando estiver assistindo, não se esqueça de inscrever-se no canal, para acompanhar todas as lives semanais e receber mais notícias do Sindicato.
As Frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo, as Centrais Sindicais e os movimentos populares de todos os campos estão em campanha por FORA BOLSONARO. Na quarta edição do "BATE-PAPO com o SINDICATO", o presidente do SEEF Rogério Manoel Correa receberá a presidenta da CUT-SC Anna Julia Rodrigues para conversar sobre a campanha no país e as formas de participar aqui em Santa Catarina. Será na quinta-feira, dia 30 de julho, às 19h.
Assista pelo canal do YouTube do SEEF (https://www.youtube.com/channel/UCKiQG6MIc3om2XGTMo4vNRA) ou pela página do Sindicato no Facebook: @sindicatoseef
O SEEF está realizando BATE-PAPO toda a semana, como forma de levar informação aos trabalhadores e trabalhadoras neste período de pandemia que alterou muitas rotinas. Acompanhe, participe e divulgue para os colegas de trabalho.
Na quinta-feira, dia 23, a partir das 19h, a jornalista Sílvia Medeiros entra no ar na live do SEEF para conversar com o presidente da FECESC, Francisco Alano, sobre os efeitos da pandemia para os trabalhadores de um setor considerado "essencial": como fica a vida dos trabalhadores que não podem fazer o tal do "home office"?
Acompanhe ao vivo, no Facebook do Sindicato: @sindicatoseef e na página do YouTube: https://www.youtube.com/channel/UCKiQG6MIc3om2XGTMo4vNRA.
O "BATE-PAPO com o SINDICATO dos Empregados em Edifícios de Florianópolis #SEEF" está na terceira edição neste dia 23 e o objetivo é realizar toda semana esse encontro com os trabalhadores da categoria e todos os interessados. Acesse, assista e inscreva-se no canal, para estar por dentro dos assuntos de interesse dos trabalhadores em edifícios.
Dia 16, quinta-feira, às 19h, será realizada a segunda edição do "BATE-PAPO com o SINDICATO dos Empregados em Edifícios de Florianópolis #SEEF", e o presidente do Sindicato, Rogério Manoel Correa, vai receber Julimar Roberto, o presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores no
Comércio e Serviços - Contracs/CUT.
Com a transmissão pela internet, os trabalhadores e trabalhadoras da categoria e todos os interessados podem acompanhar e fazer perguntas através do Chat. Acesse no Facebook do Sindicato: @sindicatoseef e na página do YouTube: https://www.youtube.com/channel/UCKiQG6MIc3om2XGTMo4vNRA.
A primeira edição foi realizada no dia 10 de julho, com a presença do economista do DIEESE Maurício Mulinari e, para quem ainda não teve oportunidade de assistir, continua disponível no canal do YouTube do SEEF. Acesse, assista e inscreva-se no canal, para estar por dentro dos assuntos de interesse dos trabalhadores em edifícios.
Na sexta-feira, dia 10 de julho, todos estão convidados a acompanhar a live sobre Negociações Coletivas em Época de Pandemia", no horário das 18h às 19h30. A transmissão ao vivo será realizada na página do Facebook do Sindicato (@sindicatoseef) e na página do YouTube (https://www.youtube.com/channel/UCKiQG6MIc3om2XGTMo4vNRA).
A live é a primeira dentro da programação do "BATE-PAPO com o SINDICATO dos Empregados em Edifícios de Florianópolis #SEEF", o novo formato criado pelo SEEF para se comunicar com a categoria num período que exige novas formas de levar informações e manter o diálogo com a categoria.
O convidado para a primeira live é o economista Maurício Mulinari, técnico da Subseção do DIEESE na FECESC, que falará sobre as dificuldades enfrentadas pelos trabalhadores diante das crises sanitária, econômica e política no país e, mais especificamente, sobre as negociações coletivas da categoria abrangida pelo SEEF. O presidente do Sindicato Rogério Manoel Correa receberá o convidado para este Bate-Papo. Chegue lá você também e fique por dentro: sexta, 10/07, 18h30, no Facebook do Sindicato (@sindicatoseef) e na página do YouTube (https://www.youtube.com/channel/UCKiQG6MIc3om2XGTMo4vNRA). Lembre de curtir a página para seguir o SEEF e ficar por dentro das notícias.
Durante a tarde da última terça-feira (30), pouco antes da chegada de um grave ciclone extratropical em Santa Catarina, o Movimento dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais Sem Terra (MST) subiu um dos morros de Florianópolis para doar 11 toneladas de alimentos, que foram destinados a diversos projetos sociais da região metropolitana da capital. O Secretário de Mobilização e Relação com Movimentos Sociais da CUT-SC e diretor do Sintrasem, Bruno Ziliotto, participou do ato de entrega.
Do total de 10 toneladas de frutas e legumes, mais 1.080 litros de leite e 1.080 unidades do achocolatado Terrinha, metade foi armazenada na Igreja Nossa Senhora do Monte Serrat e será distribuída às famílias atendidas pelo Instituto Padre Vilson Groh (IVG). O Instituto já distribuiu mais de 102.382 quilos de alimentos desde o início da pandemia.
Padre Vilson, que organiza ações de solidariedade há 39 anos na capital, afirma que a partilha é a grande saída para o país nesse momento. “Nossos mais sinceros agradecimentos ao MST, que nos mostra a importância da solidariedade estrutural. Não estamos celebrando missas, mas a nossa igreja virou um depósito de alimentos. É a eucaristia direto para a mesa das pessoas que mais precisam. A alimentação e a segurança alimentar terão de ser o mote de luta desse tempo”, comenta.
Já a outra metade das doações foi destinada à várias iniciativas sociais. Duas cozinhas comunitárias, que preparam e entregam marmitas solidárias (localizadas nos bairros Rio Vermelho e Ribeirão da Ilha), receberam uma parte. O movimento de luta por moradia fará a distribuição nas ocupações Marielle Franco, Fabiano de Cristo e na Vila Esperança.
Em parceria com o Instituto Caminho do Meio, a Secretaria de Saúde Indígena (SESAI) levará os alimentos para as Terras Indígenas Marangatu, Itanhaé e Mymba Roka, localizadas na grande Florianópolis. E a Revolução dos Baldinhos, que trabalha com a gestão comunitária de resíduos orgânicos, atenderá 930 famílias com as doações recebidas.
Respeitando as medidas sanitárias de prevenção, o armazenamento e divisão dos alimentos contou com um mutirão de pessoas envolvidas diretamente com os projetos, a militância da brigada Gina Couto da Via Campesina em Florianópolis e dos mandatos dos vereadores Marquito (PSOL) e Lino Peres (PT).
A entrega dos alimentos foi oficializada com um ato que também apresentou os eixos de atuação do Plano Emergencial de Reforma Agrária. “Nesse tempo estamos tirando muitas lições de como se relacionar com as pessoas e com a terra. Essa campanha nada mais é que um retorno de toda solidariedade que o MST já recebeu em momentos de dificuldades. Essa devolução e a apresentação de alternativas possíveis com a Reforma Agrária Popular não poderiam se dar num momento mais drástico, como esse que vivemos no nosso país”, disse Vilson Santin, da coordenação nacional do MST.
Os alimentos doados em Florianópolis foram produzidos por famílias assentadas em Lebon Régis, Fraiburgo, Curitibanos, Ponte Alta, Correia Pinto e Garuva, organizadas nas cooperativas Cooproeste, Coopercontestado, Cooperoeste e no Grupo coletivo do assentamento Conquista no litoral. Desde o início da pandemia, o MST de Santa Catarina já doou mais de 50 toneladas de alimentos.
Fonte: CUT-SC | Escrito por: Coletivo de Comunicação MST-SC | Foto: Coletivo de Comunicação MST-SC
Já circulas nas redes sociais a chamada, em Florianópolis, para a primeira paralisação nacional de entregadores de aplicativos, nesta quarta-feira (1º de julho). As reivindicações são aumento do valor das corridas e pacotes e do valor mínimo por entrega, fim dos bloqueios e desligamentos indevidos pelas empresas, seguro de roubo, acidente e vida, fim do sistema de pontuação e mais auxílio durante a pandemia. Com a hastag #1DiaSemAPP, os entregadores contam com os clientes para repercutir o boicote aos aplicativos.
Em Florianópolis, haverá dois pontos de concentração, uma na Ilha e outro no Continente, a partir da 9 horas, com encontro dos dois grupos às 10 horas e, em seguida, passagem pelas principais vias de circulação da capital buscando chamar a atenção para as condições de trabalhos dos entregadores. O Sindimoto, que representa a categoria com vínculo empregatício formal em Florianópolis e região, e os motofrentistas de aplicativos de Santa Catarina estão orientando os trabalhadores sobre todas as medidas sanitárias a serem observadas durante a paralisação, que tem sido amplamente abordada na imprensa nos últimos dias.
Uma pesquisa divulgada em junho com 298 trabalhadores em 29 cidades, intitulada “Condições de trabalho de entregadores via plataforma digital durante a Covid-19”, revela aumento do tempo de trabalho e queda da remuneração. Outro resultado: a grande maioria dos entrevistados afirmou adotar uma ou mais medidas de proteção, custeando equipamentos de proteção individual, os EPIs, enquanto as medidas adotadas pelas empresas concentram-se principalmente na prestação de orientações.
Segundo a pesquisa, mais de 57% dos respondentes afirmaram trabalhar em faixas acima das nove horas diárias, percentual que subiu para 62% durante a pandemia. A maioria dos entrevistados, 58,9%, relatou queda remuneratória. Nesse período, a parcela de entregadores com remuneração inferior a R$ 260,00 semanais praticamente dobrou, passando a compor o cotidiano de 34,4% dos entrevistados.
A pandemia, reforça Fernando Israel dos Santos, do Sindimoto, aumentou a procura pelos entregadores também em Florianópolis, mas fez crescer a precarização, a concorrência e jogou a renda para baixo: “Estaremos novamente nas ruas. Não para fazer entrega, mas para reivindicar. Não queremos prejudicar ninguém, mas precisamos que a sociedade olhe para nossa situação e nos ajude nessa luta por justiça”. Ele alerta que o conforto de receber comida, remédio, documentos, presentes em casa descansa sobre a falta de direitos trabalhistas e a péssima remuneração de quem garante o serviço: “A quarentena que protege muitas famílias só é possível com o sacrifício da nossa saúde e com o risco pra nossa família”.
O movimento tem utilizado as redes sociais para se comunicar em todo o país e, para sensibilizar os usuários de aplicativos, criou várias peças de divulgação que podem ser vistas em https://www.facebook.com/tretanotrampo/
Fonte: Folhada Cidade - folhacidade.com.br | Escrito por: Redação | Foto: Sindimoto / Divulgação
Propostas que vêm sendo discutidas desde março defendem que o Estado use suas ferramentas para proteger a vida, garantir a saúde, o emprego e a renda dos trabalhadores
A Executiva Nacional da CUT lançou, nesta terça-feira (16), a Plataforma Emergencial “Em Defesa da Vida Trabalho e Renda, Saúde, Soberania Alimentar e Moradia”, com uma série de propostas para o enfrentamento à crise econômica e a emergência sanitária provocada pela pandemia do novo coronavírus (Covid-19).
Entre as propostas, que a direção da Central vem debatendo desde março, quando a Organização Mundial da Sáude (OMS) decretou a pandemia, estão a criação da fila única de acesso aos leitos de UTI públicos e privados, a garantia dos Equipamentos de Proteção Individual e Coletivos (EPIs e EPCs) adequados e em quantidade suficiente para os trabalhadores dos serviços essenciais, especialmente os da saúde, com contratação imediata dos aprovados em concursos, afastamento de todos os trabalhadores do grupo de risco de serviços essenciais e medidas de proteção à família dos trabalhadores e trabalhadoras dos serviços essenciais.
A Plataforma da CUT destaca a importância do Estado e de todos os seus instrumentos disponíveis, como bancos públicos e de desenvolvimento, estatais, as políticas públicas de seguridade social e da proteção ao trabalhador, como ferramentas para proteção da vida, saúde, garantia de emprego e renda para os trabalhadores e trabalhadoras; lista outras ações de enfrentamento a pandemia que estão sendo feitas em conjunto com outras centrais sindicais e com as frentes Povo Sem Medo e Brasil Popular e, ainda os apoios à plataforma do campo, a carta aberta do Observatório Nacional dos Direitos à Água e ao Saneamento (ONDAS).
Confira AQUI a íntegra do texto
Fonte: CUT Brasil | Escrito por: Redação CUT | Foto e arte: Alex Capuano - CUT Brasil
Um instrumento dos trabalhadores na defesa dos seus direitos. Ele apresenta as principais garantias previstas na legislação e nas convenções e acordos coletivos de trabalho assinadas pelo Sindicato.