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A nova edição do SEEF em Foco traz três temas fundamentais para a classe trabalhadora: o resultado das eleições presidenciais de 2026, a conquista histórica do fim da escala 6x1 e o enfrentamento ao assédio eleitoral nas relações de trabalho.

Na abertura, o presidente do SEEF, Rogério Manoel Corrêa, assina o artigo “Vitória da democracia brasileira”, no qual analisa o resultado das eleições e destaca a importância de manter a classe trabalhadora organizada e mobilizada para defender a democracia, os direitos sociais e as conquistas trabalhistas diante dos desafios políticos que virão.

A edição também apresenta um guia de perguntas e respostas sobre o fim da escala 6x1, esclarecendo as principais dúvidas sobre a implementação da nova jornada de trabalho, a garantia de dois dias de descanso semanal e a redução para 40 horas, sem diminuição salarial.

Outro destaque são as denúncias de assédio eleitoral em Santa Catarina, que continuam chegando ao Ministério Público do Trabalho mesmo após as eleições. A publicação explica como identificar essa prática, quais são os direitos dos trabalhadores e como denunciar situações de pressão, ameaça ou perseguição por posicionamento político.

Informação também é instrumento de luta! Confira a edição completa do SEEF em Foco e fique por dentro dos assuntos que impactam os direitos e a vida da classe trabalhadora.

Baixe aqui: https://seef.com.br/component/k2/item/download/6_9803bb1c961eebd0806d1767f4bb0f54.html

Publicado em Notícias

A nova edição do SEEF em Foco traz três temas fundamentais para a classe trabalhadora: o resultado das eleições presidenciais de 2026, a conquista histórica do fim da escala 6x1 e o enfrentamento ao assédio eleitoral nas relações de trabalho.

Na abertura, o presidente do SEEF, Rogério Manoel Corrêa, assina o artigo “Vitória da democracia brasileira”, no qual analisa o resultado das eleições e destaca a importância de manter a classe trabalhadora organizada e mobilizada para defender a democracia, os direitos sociais e as conquistas trabalhistas diante dos desafios políticos que virão.

A edição também apresenta um guia de perguntas e respostas sobre o fim da escala 6x1, esclarecendo as principais dúvidas sobre a implementação da nova jornada de trabalho, a garantia de dois dias de descanso semanal e a redução para 40 horas, sem diminuição salarial.

Outro destaque são as denúncias de assédio eleitoral em Santa Catarina, que continuam chegando ao Ministério Público do Trabalho mesmo após as eleições. A publicação explica como identificar essa prática, quais são os direitos dos trabalhadores e como denunciar situações de pressão, ameaça ou perseguição por posicionamento político.

Informação também é instrumento de luta! Confira a edição completa do SEEF em Foco e fique por dentro dos assuntos que impactam os direitos e a vida da classe trabalhadora.

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A vitória da democracia nas eleições de 2026 representa uma conquista importante para o povo brasileiro, mas também abre um novo período de desafios e disputas políticas. Com a extrema direita fortalecida no Congresso Nacional, a organização e a mobilização popular serão fundamentais para defender os direitos da classe trabalhadora e impedir retrocessos.

No artigo “Vitória da democracia brasileira!”, o secretário-geral da CUT-SC, Rogério Manoel Corrêa, analisa o significado do resultado eleitoral, os projetos de sociedade que estiveram em disputa e a importância de manter a participação popular para além das urnas. Para ele, a vitória precisa se transformar em força política permanente na defesa da democracia, da justiça social e dos direitos conquistados.

Leia o artigo abaixo: 

O dia 25 de outubro de 2026 já entrou para a história do Brasil e da geopolítica mundial. Nesta data, o povo brasileiro foi às urnas para definir o futuro do país e, em certa medida, os rumos do continente sul-americano, pelo menos nos próximos quatro anos.

Em mais uma disputa eleitoral acirrada, estiveram frente a frente dois projetos políticos profundamente distintos. De um lado, a continuidade de um projeto comprometido com a defesa da democracia, a inclusão social, os investimentos em educação, o desenvolvimento industrial e ambiental, o fortalecimento das relações internacionais e a construção de um futuro mais próspero e justo para a população.

Do outro, um projeto de elitização da sociedade, precarização das condições de vida e de trabalho, desrespeito às minorias, especialmente às mulheres, à população pobre, aos povos indígenas e à população negra. Um projeto que alimenta o preconceito, estimula a intolerância e incentiva a violência física e moral entre as pessoas.

Depois de um primeiro turno igualmente acirrado, as urnas revelaram o fortalecimento da extrema direita no Congresso Nacional e uma vitória parcial do projeto negacionista, autoritário e de retirada de direitos. Porém, neste dia histórico, a maioria do povo brasileiro decidiu pela continuidade de um projeto de fortalecimento da democracia e da inclusão social.

Essa vitória também demonstra que é possível enfrentar e derrotar, nas urnas, o ódio de classe, o desprezo às minorias, a concentração de renda, a exploração da classe trabalhadora e tantas outras formas de injustiça e violência que ainda marcam a sociedade brasileira.

Que esse exemplo possa inspirar os povos dos demais países da América do Sul e que o mundo aprenda a respeitar a história de luta, a soberania e a democracia brasileira. Uma luta democrática, sem armas, sem violência e sem intimidações, demonstrando que o debate político, sustentado em propostas e compromissos verdadeiros com a população, pode transformar a sociedade e abrir caminhos para um mundo mais justo.

A partir de janeiro de 2027, o Brasil entrará em um novo ciclo histórico, marcado por muitas batalhas políticas, especialmente no Congresso Nacional. E o mesmo povo que foi às ruas e às urnas precisará permanecer firme, organizado e mobilizado para defender as conquistas e enfrentar os desafios que virão.

Essa luta deverá continuar nas ruas, nas câmaras municipais, nas assembleias legislativas estaduais, nas organizações sociais, nos movimentos populares, nas entidades sindicais classistas e em todos os espaços de discussão e decisão política. Será fundamental acompanhar de perto a atuação da Câmara dos Deputados e do Senado Federal, onde estarão em disputa projetos que podem representar avanços ou retrocessos para a sociedade brasileira.

Só com organização, participação popular e mobilização permanente será possível garantir a democracia e defender os direitos constitucionais, trabalhistas, previdenciários e sociais assegurados pela Constituição Federal.

Não podemos desperdiçar a demonstração de força social construída ao longo do processo eleitoral deste ano. Não basta eleger o presidente da República com tanta convicção e mobilização popular para depois deixá-lo sozinho nas disputas políticas que virão.

 O projeto derrotado nas urnas não desaparecerá com o resultado da eleição. As forças da extrema direita continuarão atuando para recuperar o poder e poderão recorrer, mais uma vez, a tentativas de desacreditar o processo eleitoral e colocar em dúvida a legitimidade das urnas, mesmo sabendo que seus próprios representantes foram eleitos pelo mesmo sistema eleitoral que atacam.

Também tentarão utilizar a força conquistada no Congresso Nacional para impedir ou inviabilizar avanços sociais, econômicos, trabalhistas e ambientais. A defesa dos interesses das elites econômicas, a concentração de renda, a precarização do trabalho e o enfraquecimento das políticas públicas continuarão no centro dessa disputa entre projetos de sociedade.

Por isso, a vitória eleitoral precisa se transformar em força política e social permanente. A mobilização nas ruas, a organização da classe trabalhadora e a vigilância constante contra ameaças golpistas serão fundamentais para impedir retrocessos e assegurar o respeito à Constituição e às instituições democráticas.

É necessário garantir que os Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário exerçam suas atribuições constitucionais, com independência, responsabilidade e respeito à soberania popular. Nenhum interesse político ou econômico pode estar acima da vontade democrática do povo brasileiro e dos direitos assegurados pela Constituição.

A eleição de 2026 deixou uma demonstração da força da participação popular, mas também evidenciou que a disputa entre democracia e autoritarismo, entre inclusão social e concentração de riquezas, entre valorização do trabalho e retirada de direitos continuará presente na vida política do país.

Quem saiu vencedor desse processo foi o povo brasileiro, a sociedade, a democracia, o bom senso, o respeito, a justiça social e a classe trabalhadora.

Que essa vitória não represente apenas o encerramento de uma eleição, mas o fortalecimento de uma luta permanente por um Brasil mais democrático, justo, soberano e comprometido com os direitos de seu povo.

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Aumentaram as denúncias de assédio eleitoral no local de trabalho, desde a definição de que vai ter segundo turno entre o ex-presidente Lula (PT) e o presidente Jair Bolsonaro (PL), candidato à reeleição. São patrões ameaçando de demissão trabalhadores que não votarem no candidato deles, aquele que dia sim outro também anuncia medidas que beneficiam empresários e prejudicam trabalhadores, Jair Bolsonaro é o nome dele. Outros oferecem até dinheiro para quem votar no candidato do patrão.

Isso é crime previsto na legislação eleitoral e os trabalhadores e trabalhadoras podem denunciar, se tiver receio de retaliações, pode fazer uma denúncia  anônima ou sigilosa, como orienta a CUT e demais centrais em panfletos distribuídos nos locais de trabalho. Veja abaixo como denunciar.

A lei é clara, o assédio eleitoral ou a compra de votos é crime previstos em lei pelo artigo 301 do Código Eleitoral. A legislação prevê pena de até quatro anos de reclusão e pagamento de multa para quem "usar de violência ou grave ameaça para coagir alguém a votar, ou não votar, em determinado candidato ou partido".

Os patrões também não podem oferecer benefícios ou vantagens a alguém que busca uma vaga ou obrigar um trabalhador a vestir uma camiseta de um candidato. Isto é considerado "abuso do poder diretivo" da empresa.

A Procuradoria-Geral do Trabalho (PGT) em agosto deste ano também divulgou recomendação a empregadores para que se abstenham de fazer promessas, ameaças ou orientações relacionadas ao período eleitoral.

Como denunciar

As denúncias podem ser feitas por meio do site do MPT de forma anônima em que o autor não se identifica ou de forma sigilosa em que seu nome não será divulgado quando da apuração do Ministério Público do Trabalho.

Os sindicatos dos trabalhadores também podem receber as denúncias, colher provas e encaminhá-las ao MPT. A CUT Nacional e as demais centrais sindicais criaram uma cartilha em que orientam os trabalhadores em como agir em caso de assédio eleitoral.

Clique aqui para baixar a cartilha.

Novas denúncias

Apesar da lei, com a proximidade do segundo turno que ocorre no dia 30 deste mês (domingo), o vale tudo para tentar promover a candidatura da chapa Bolsonaro/Braga Netto, está cada vez mais acirrado. Somente nessa terça-feira (4), três empresários foram denunciados por crime eleitoral. As ameaças foram de não comprar mais material de fornecedores locais até a de demissões e proposta de pagar R$ 200 para cada trabalhador caso Bolsonaro seja eleito.

Outro caso de grande repercussão foi o da empresária do agronegócio, Roseli Vitória Martelli D'Agostini Lins, que em vídeo, no início do mês de setembro, sugere a empresários do setor que demitam sem dó quem pretende votar em Lula.

Ela foi obrigada a se retratar em outro vídeo, após assinar um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) junto ao Ministério Público do Trabalho (MPT), além de se comprometer a custear uma campanha de esclarecimento. Em caso de descumprimento, a empresária pagaria uma multa de R$ 20 mil por item e a cada ocorrência.

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Notícias falsas sobre as eleições de outubro podem ser comunicadas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) por meio de uma ferramenta online. Qualquer cidadão pode formalizar à Justiça Eleitoral uma denúncia sobre fake news, as notícias falsas, mentiras, frases ou parte de vídeos descontextualizadas ou manipuladas sobre o processo eleitoral brasileiro. Em junho de 2022, a Justiça Eleitoral lançou o Sistema de Alerta de Desinformação Contra as Eleições. Clique aqui para conhecer a plataforma.

As denúncias são repassadas às plataformas digitais e agências de checagem parceiras da Corte Eleitoral no Programa de Enfrentamento à Desinformação. Dependendo da gravidade do caso, os relatos recebidos também poderão ser encaminhados ao Ministério Público Eleitoral (MPE) e demais autoridades para adoção das medidas legais cabíveis.

No Sistema de Alerta de Desinformação, o eleitor pode reportar informações equivocadas sobre a participação nas eleições, como distorção dos horários, locais e documentos exigidos durante a votação, por exemplo. Também é possível comunicar o uso de contas falsas que utilizem a imagem da Justiça Eleitoral para compartilhar "materiais enganosos relativos ao pleito e postagens com discurso de ódio ou qualquer tipo de incitação à violência que visem atacar a integridade eleitoral e os agentes públicos envolvidos no processo".

A ferramenta ainda recebe denúncias de ameaças às seções eleitorais, cartórios ou prédios da Justiça Eleitoral e de informações não verificadas sobre supostas fraudes eleitorais, adulteração e contagem de votos ou certificação dos resultados da eleição. Para utilizar o sistema, basta descrever o ocorrido, assinalar a plataforma onde a mensagem circulou e, se houver, informar o link da postagem com o conteúdo falso ou ofensivo.

O que pode ser denunciado

Mensagens não solicitadas com conteúdo eleitoral no WhatsApp (Disparo em massa);

Desinformação sobre candidatos ou partidos (incluindo pesquisas manipuladas e propaganda irregular);

Desinformação sobre a Justiça Eleitoral, urnas eletrônicas ou contagem de votos;

Discurso de ódio em matéria eleitoral (incluindo violência política de gênero);

Incitação à violência contra membros, servidores ou patrimônio da Justiça Eleitoral.

Além do Sistema de Alerta de Desinformação, o TSE também disponibiliza o aplicativo Pardal, voltado para denúncias de infrações relacionadas à propaganda eleitoral ou mensagens desinformativas contra candidaturas. Ele pode ser baixado na Google Play e na Apple Store.

Com informações do Tribunal Superior Eleitoral.

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Manual do trabalhador

Um instrumento dos trabalhadores na defesa dos seus direitos. Ele apresenta as principais garantias previstas na legislação e nas convenções e acordos coletivos de trabalho assinadas pelo Sindicato.

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SEEF - Sindicato dos Empregados em Edifícios e em Empresas de Compra
Venda, Locação e Administração de Imóveis de Florianópolis/SC

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