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Muita gente já está usando o 13º salário neste fim de ano, mas é fundamental lembrar: esse direito não é presente nem bondade do patrão - é fruto da organização e da força do movimento sindical.

O pagamento do salário extra ao final de todos os anos passou a valer oficialmente na década de 1960, quando foi incorporado à legislação brasileira. Mas a luta por uma remuneração adicional que compensasse a perda do poder de compra dos trabalhadores é muito mais antiga.

O 13º já era pauta da histórica Greve dos 300 Mil, em 1953, quando metalúrgicos e outras categorias pararam São Paulo em protesto contra a inflação que corroía os salários e dificultava a sobrevivência da classe trabalhadora. Essa mobilização se tornou um marco no movimento sindical brasileiro e mostrou que só a ação coletiva é capaz de pressionar governos e empregadores a garantir direitos.

Décadas depois, o 13º salário segue sendo uma das principais garantias de renda no país. Sua existência reforça uma verdade que não podemos esquecer: cada direito conquistado é resultado da luta organizada dos trabalhadores e da atuação firme dos sindicatos.

O SEEF reforça que seguirá defendendo os direitos já garantidos e lutando por novas conquistas para os servidores e servidoras.

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Até dezembro de 2022, quando é depositada a segunda parcela do 13º salário - a primeira tem de ser paga até o dia 20 deste mês - a economia brasileira será aquecida com cerca de R$ 249,8 bilhões, quase 2,6% do Produto Interno Bruto (PIB).
 
Este é o valor, que segundo estimativas do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) será pago aos trabalhadores do mercado formal, inclusive aos empregados domésticos com registro em carteira; aos beneficiários da Previdência Social e aposentados e beneficiários de pensão da União e dos estados e municípios, que têm direito ao benefício. Lembrando que os aposentados receberam mais cedo este ano.
 
De acordo com o Dieese, aproximadamente 85,5 milhões de brasileiros têm direito ao 13º salário, sendo que cerca de R$ 167,6 bilhões serão pagos a trabalhadores com carteira assinada; R$ 83 bilhões para aposentados e pensionistas, cerca de 30 milhões de beneficiários do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), que receberam antecipadamente o pagamento do 13º salário entre maio e junho. Trabalhadores no setor de serviços, incluindo administração pública, ficam com 62,1% da quantia. Os da indústria têm 16,4% e do comércio, 18,8%, além de 3,9% para empregados na construção civil e 4,6% da agropecuária.
 
Os dados são uma projeção do volume total de 13º salário que entrará na economia ao longo do ano e não necessariamente nos dois últimos meses de 2022. Entretanto, o princípio é que a maior parte do valor referente ao 13º é para os trabalhadores ativos, seja paga no final do ano, diz o Dieese.

Quase metade (49%) do 13º deve ser paga nos estados da região Sudeste. O Nordeste responde por 20,6% e o Sul, por 17,2%. Depois vêm as regiões Centro-Oeste (9%) e Norte (4,9%). “Importante registrar que os beneficiários do Regime Próprio da União receberão 4,2% do montante e podem estar em qualquer região do país”, acrescenta o Dieese.

Os valores médios vão R$ 1.818 (Maranhão) a R$ 4.711 (Distrito Federal). A média nacional é de R$ 2.672.

Confira aqui a íntegra dos estudo. 
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Um instrumento dos trabalhadores na defesa dos seus direitos. Ele apresenta as principais garantias previstas na legislação e nas convenções e acordos coletivos de trabalho assinadas pelo Sindicato.

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