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Santa Catarina vive um momento ímpar em sua economia, com destaque nacional: baixo índice de desemprego, PIB acima da média nacional, indústria produzindo e exportando para todo o mundo, e um fluxo turístico intenso. Os empresários catarinenses celebram esse bom momento no cenário nacional e internacional.

No entanto, essa realidade não se reflete nas negociações do piso salarial estadual. Esse piso, com quatro faixas salariais, atinge diretamente os trabalhadores e trabalhadoras não organizados, ou seja, aqueles que não possuem representação sindical e não estão contemplados nas convenções coletivas de trabalho. O piso estadual é uma conquista importante do movimento sindical catarinense, negociada há quinze anos com os grandes empresários do estado.

A primeira negociação do piso estadual, realizada em 2010, apresentava uma diferença significativa em relação ao salário mínimo nacional, com um acréscimo de 15% em valores reais. Ao longo dos anos, essa diferença diminuiu consideravelmente.

Diante do atual cenário econômico catarinense, é inadmissível que o movimento sindical aceite um reajuste do piso estadual inferior ao índice do salário mínimo nacional, que foi de 7,51%. Além das justificativas já apresentadas, enfrentamos uma das cestas básicas, aluguéis e transportes coletivos mais caros do país. Este é o momento do movimento sindical catarinense exercer seu papel político e garantir a recomposição do poder de compra dos trabalhadores e trabalhadoras que recebem os menores salários do estado.

Portanto, temos a responsabilidade histórica de sermos protagonistas na defesa dos interesses coletivos da classe trabalhadora catarinense. Caso contrário, corremos o risco de, em breve, o nosso piso estadual se aproximar tanto do salário mínimo nacional que a negociação se tornará desnecessária, bastando aplicar o índice nacional. Esta é a hora de demonstrar a unidade e a força do movimento sindical catarinense.

 

Rogério Manoel Corrêa

Secretário Geral da CUT/SC

 

Publicado em Notícias
A terceira rodada de negociação para o reajuste do Piso Salarial Estadual de Santa Catarina, realizada na Fiesc nesta sexta-feira (21), encerrou sem um acordo sobre o índice de aumento. Apesar dos esforços de ambas as partes, representantes dos trabalhadores e empresários não chegaram a um consenso.

As negociações iniciaram com propostas divergentes: os empresários ofereceram um reajuste de 5%, muito abaixo da proposta inicial de 10% dos trabalhdodes.

Ivo Castanheira, diretor sindical do DIEESE e coordenador das negociações pelo lado dos trabalhadores, enfatizou a necessidade de um reajuste de 10% para manter o Piso Estadual valorizado em relação ao salário mínimo nacional, citando a diminuição da diferença entre os dois valores nos últimos anos. "Quando começamos a negociar o piso, a diferença do piso estadual e do piso nacional era de mais de 15%, hoje é só de 6,19%".

Em uma tentativa de aproximação, os empresários apresentaram uma contraproposta de repor R$ 106 em cada uma das quatro faixas do Piso Estadual, o mesmo valor do aumento do salário mínimo nacional deste ano. No entanto, essa proposta representaria um reajuste de aproximadamente 6%, ainda abaixo das expectativas dos trabalhadores.

Como contrapartida, Castanheira propôs um reajuste de 8%, mas a oferta foi rejeitada pelos empresários. Diante do impasse, uma nova rodada de negociação foi agendada para o dia 6 de março.

"Acreditamos que na próxima rodada será possível chegarmos a um acordo, porque tanto os trabalhadores quanto os empresários estão comprometidos em fecharem um índice de reajuste bom para os dois lados", declarou Castanheira.
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