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1º Primeiro Período: Fundação e consolidação do SEEF (1984 a 1990)

O SEEF foi fundado em 03 de abril de 1984. Porém seu reconhecimento como sindicato de fato deu-se com o recebimento da carta sindical em janeiro de 1985 e com eleição da primeira diretoria, que ocorreu em maio de 1985.

Nesse momento, o sindicato não contava com dirigentes liberados, mas apenas com a contribuição de uma funcionária. A participação em atividades formativas era difícil, porém houve a participação em encontros e cursos destinados a capacitação e fortalecimento das categorias sindicais existentes na época.

No período de 15 a 18 de novembro de 1984 o sindicato participou do I Encontro Interestadual dos Trabalhadores no Comercio e Serviço, realizado em Florianópolis. Depois a entidade passou a participar de cursos de Concepção, Prática e Estrutura Sindical, realizados no Cajamar, em São Paulo. Esses como outros encontros e cursos realizados nesse primeiro período da história do sindicato, eram essenciais para a estruturação da concepção sindical e fortalecimento da atuação da entidade no movimento sindical.

Nesse momento, a primeira liberação de um dirigente sindical ocorreu em 1990. Sendo assim, o SEEF contava com um trabalho de base que ainda se restringia ao contato direto dos diretores, primeiramente nos seus locais de trabalho e contando com um revezamento, conseguiam visitar os demais locais.

Desde sua fundação que o sindicato usou do seu jornal mensal para difundir as notícias da sua categoria e da sociedade.

2º Segundo Período: Lutas Políticas e Sociais (1990 a 1995)

Esse segundo período corresponde à um momento único na história política e social do Brasil. Devido à intensa movimentação da sociedade brasileira, as atividades realizadas pelo SEEF voltavam-se para tais questões políticas e sociais. A redemocratização do Brasil ganhava uma nova cara. Eram os caras pintadas (Estudantes Universitários e Secundaristas, Partidos de Esquerda e demais Movimentos Sociais) que saíam as ruas gritando o “FORA COLLOR”. Era a luta pelo Impeachment do presidente Fernando Collor de Mello.

Nesse período os sindicatos atuavam fortemente na política brasileira. Cabe lembrar a luta constante dos trabalhadores por melhores condições de vida e trabalho. Nesse momento o partido dos trabalhadores constituía-se no principal caminho para a consolidação da redemocratização do Brasil, sendo apoiado pelas entidades sindicais e demais movimentos sociais. Em 1989, um trabalhador concorria pela primeira vez à presidência da república. Uma luta que se estenderia por 14 anos. Era o sindicalista Luiz Inácio Lula da Silva que já participava do cenário político do Brasil. A consolidação da democracia brasileira aconteceu de fato, em 2002 com a vitória desse companheiro nas Eleições Presidenciais.

O trabalho de base já constituía-se num forte instrumento para a sindicalização dos trabalhadores em edifícios de Florianópolis. Para atingir a todos os membros da categoria era necessário usar de estratégias para implementar uma OLT. Devido a distancia e dispersão da categoria nos diversos bairros da cidade, era difícil reunir a todos os associados numa assembléia. Assim, o SEEF passou a organizar pequenas assembléias nos bairros da cidade. Em cada bairro era feita um chamado por um sindicalista preparado e pertencente a comunidade em questão. Isso facilitava a aceitação do público e a participação de membros ainda não associados da categoria.

3º Terceiro Período: A Formação como Trabalho de Base (1996 até os dias atuais)

Até o início desse período, a diretoria do sindicato vinha pensando formas de repassar os conhecimentos sobre a luta sindical, adquiridos nos últimos anos aos demais companheiros da categoria. Surgia a necessidade de preparar os integrantes dessa categoria para o enfrentamento sindical. Não bastava Ter associados, mas companheiros de luta que caminhassem juntos.

O SEEF passou a participar de encontros, cursos, palestras, congressos e outras atividades destinadas a capacitação dos diretores para uma melhor atuação dentro da categoria e do movimento sindical.

Sua participação enquanto promotor de capacitação sindical e profissional concretizou-se a partir de 09 de junho de 1996, com o I Encontro dos Trabalhadores em Edifícios de Florianópolis e Balneário Camboriú, realizado na cidade de Balneário Camboriú. O objetivo do encontro era, inicialmente, discutir os problemas das categorias de ambos os municípios. Ao final do encontro, as avaliações finais conduziam para uma questão que envolvia a capacitação profissional dos empregados em edifícios.

Após o encontro em Balneário Camboriú, outros encontros de base  foram realizados. Em todos foi constatado que a categoria enfrentava não só problemas de ordem trabalhista em seus locais de trabalho, mas começava a surgir uma necessidade de comprovar uma qualificação profissional desta. Nestes tempos começavam a surgir as empresas prestadoras de serviços terceirizados, levando a uma gradativa substituição dos trabalhadores em Edifícios. Desta forma a Diretoria do SEEF tirou como possível solução para o problema que vinham enfrentando, a realização de cursos de formação profissional para a categoria. Tais cursos tinham como objetivos contribuir na capacitação profissional dessa, mas principalmente, trabalhar na sua aproximação junto a entidade sindical. A partir desta constatação o SEEF, através de convênio com a Escola Sindical Sul e SINE, realizou em 1997, 6 cursos de Relações Humanas e Zeladoria, bem como 4 cursos de Legislação Aplicada em Condomínio, com a participação de 256 trabalhadores e desempregados. A partir dessa experiência inicial, os cursos foram reformulados e aplicados novamente em 1998 com resultados muito satisfatórios. Foram aplicados 13 cursos de 80 horas, atingindo um público de 340 trabalhadores e desempregados.

Os cursos iniciais serviram como base para o desenvolvimento de um programa mais adequado à realidade e às necessidades concretas dos empregados em edifícios, já que o objetivo principal é a capacitação destes trabalhadores para que possam desenvolver o seu trabalho com qualidade, evitando muitos conflitos que, invariavelmente, acabam se transformando em perda do emprego. Devemos também salientar a realidade político-econômica da sociedade brasileira, onde a crise atinge pontualmente o trabalhador, aumentando o índice de desemprego. Com a implementação de cursos profissionalizantes, o SEEF busca ampliar as chances no mercado de trabalho, para a parcela populacional desempregada ou em risco de desemprego eminente e, essencialmente, para a população com baixa ou nenhuma escolaridade.
Em meio a implementação dos cursos profissionalizantes, como uma estratégia para a solução de um problema vivenciado pela entidade sindical, foram encaminhados os cursos de Formação Sindical visando o fortalecimento da categoria e, conseqüentemente, da entidade sindical.

Após essa primeira iniciativa iniciou-se um período frutífero para a entidade sindical. A Formação Sindical passava a constituir-se em um importante instrumento para a luta sindical e compondo um papel importante no trabalho de base. A realização dos cursos de formação profissional, bem como dos cursos de capacitação para dirigente sindical de base agiram como instrumento para ampliar o número de sindicalizados na base, bem como passaram a facilitar a OLT em cada bairro da região.

Hoje, nos planejamentos realizados pelo SEEF, a formação é prioridade número 1. Na sua luta diária por melhores condições de vida e trabalho para a categoria dos empregados em edifícios de Florianópolis, a entidade conseguiu mais uma importante conquista. Nas negociações coletivas de trabalho, a entidade conseguiu incluir uma cláusula que trata da formação profissional dos trabalhadores dessa categoria. Os condomínios são obrigados a liberar seus empregados, sem prejuízo de seus salários, num total de 40 horas, durante a vigência da Convenção Coletiva de Trabalho, para a participação dos mesmos em cursos de formação profissional, promovidos pelo sindicato. Assim, o sindicato entra no século XXI atuando fortemente na formação sindical, viabilizando uma maior participação da categoria nas lutas sindicais.
3.1. Cursos de Formação Profissional e Sindical

É importante colocar que a formação profissional dos empregados em edifícios foi pensada dentro de uma ótica cutista. Os assuntos abordados trazem importantes contribuições práticas para a atuação do empregado em edifício, bem como contribuições para sua formação enquanto cidadão atuante nesse processo histórico. A conscientização de se tornar um cidadão atuante, faz com que o participante dos cursos de formação profissional inicie um processo de interação com a entidade sindical. Ele, por si só, muitas vezes procura a entidade não somente para filiar-se, mas para iniciar sua capacitação sindical e participar dos trabalhos de base junto à direção do sindicato.

A Formação Profissional implementada pelo SEEF engloba temas como Relações Humanas, Comunicação, Ética Profissional, Cidadania, Combate a Incêndio, Noções de Primeiros Socorros, Direitos e Deveres dos Empregados em Edifícios, Legislação Aplicada à Condomínios, etc. Com relação a Formação Sindical, são trabalhados temas como Sociedade, História de Luta dos Trabalhadores, o Sindicato, Realidade no Mundo do Trabalho, Organização Sindical, Trabalho de Base e OLT, Legislação Trabalhista, entre outros divididos em três ou mais módulos que compõe o Curso de Formação de Dirigentes de Base. Este curso foi desenvolvido pela Escola Sindical Sul, pelas CUT’s Estaduais e microrregionais da CUT, através do Projeto Alicerce.

Os cursos de Formação Profissional começaram a ser aplicados a partir do ano de 1997. Sendo que os cursos de Formação Sindical dentro da estrutura acima colocada, foram iniciados em 1999. Até os dias atuais, mais de 2000 pessoas (trabalhadores e desempregados) passaram pelos cursos de Formação aplicados pelo SEEF.

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Manual do trabalhador

Um instrumento dos trabalhadores na defesa dos seus direitos. Ele apresenta as principais garantias previstas na legislação e nas convenções e acordos coletivos de trabalho assinadas pelo Sindicato.

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SEEF - Sindicato dos Empregados em Edifícios e em Empresas de Compra
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