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Terça, 30 Junho 2015 04:07

Laboratório Médico Exame




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Terça, 30 Junho 2015 02:46

Laboratório Santa Luzia

A nova direção ficará à frente do sindicato até junho de 2019 e começa esse novo mandato com planejamento de ações e muita vontade de lutar pelos trabalhadores.

Uma nova etapa se inicia na direção do Sindicato dos Empregados em Edifícios da Grande Florianópolis - SEEF e para brindar esse recomeço o sindicato organizou, na noite do dia 30 de maio, um jantar de posse para a nova direção.

Era uma noite fria, mas dentro do salão de eventos do SESC Cacupé em Florianópolis, tinha muito calor humano. Calor de companheiros, de amigos do sindicato, de trabalhadores em edifícios e de seus familiares.

A eleição, que aconteceu em abril deste ano, contou com ajuda de companheiros de diversos sindicatos de Santa Catarina, que com oito urnas, circularam em mais de 400 locais de trabalho pela Grande Florianópolis e coletaram mais de 600 votos. A única chapa inscrita para concorrer ao pleito, obteve 98% de aprovação.

O SEEF representa os trabalhadores em edifícios e os trabalhadores de shoppings e de imobiliárias. É uma categoria que ao longo dos anos foi fragmentada pela terceirização e apesar de todos os obstáculos, consegue se fortalecer e mostrar para a sociedade as desvantagens em terceirizar a mão de obra.

O sindicato completa 31 anos de fundação e escreve mais um capítulo na sua história, como combativo e presente nas lutas da classe trabalhadora. O SEEF tem o reconhecimento de diversas entidades do país, como o caso da Confederação Nacional dos Trabalhadores no Comércio e Serviços – CONTRACS, do Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos – DIEESE, da Federação dos Empregados no Comércio e Serviços de Santa Catarina – FECESC e da Central Única dos Trabalhadores. Todas as entidades presentes no jantar de posse do SEEF.

A direção do sindicato inicia um novo ciclo com 50% de renovação e com nomes conhecidos dentro do movimento sindical.  “Dia 6 de junho encerra uma etapa e no dia 7 começamos uma nova. É preciso corrigir os erros e aperfeiçoar os acertos. Vivemos num período muito delicado na história da classe trabalhadora, em que o Congresso Nacional tenta retirar nossos direitos. Mais do que nunca precisamos estar unidos, temos que convencer os trabalhadores da importância do sindicato. Se cada um de nós fizer um pouquinho, conseguiremos derrotar aqueles que defendem a concentração de renda e o estado mínimo. Vamos provar mais uma vez, juntos com a CUT, a FECESC e a CONTRACS, que a classe trabalhadora está unida e que juntos somos fortes”, declarou o zelador e presidente do SEEF, Rogério Manoel Corrêa.
O Auditório Antonieta de Barros ficou pequeno para todos os trabalhadores e trabalhadoras que compareceram à Audiência Pública sobre a Terceirização, realizada pela Assembleia Legislativa do Estado de Santa Catarina, através do requerimento da deputada Ana Paula Lima (PT), e que recebeu o senador Paulo Paim (PT). O PL 4330, aprovado pela Câmara dos Deputados, tramita agora no Senado Federal, onde passou a ser o PLC 30, e é do senador Paim a iniciativa de realizar audiências em todos os estados brasileiros, para ouvir os trabalhadores sobre o projeto.

Santa Catarina é o segundo estado a realizar a audiência, depois de Minas Gerais. De acordo com o senador Paulo Paim, o parlamento precisa dar voz, e ouvir, os milhões de trabalhadores do Brasil, para tomar decisões tão importantes quanto o projeto da terceirização. “Através destas audiências, vamos mobilizar muitas pessoas e transmitir através das TVs Assembleia e TV Senado, atingindo muitas mais”, destacou o parlamentar. Paim informou ainda que, depois de realizada audiência em Santa Catarina, buscará conversar com os senadores catarinenses, repassando aos mesmos os argumentos apresentados durante a Audiência Pública, para a não aprovação do PLC 30. Os senadores Dalirio Beber (PSDB), Dário Berger (PMDB) e Paulo Bauer (PSDB) não estiveram presentes na audiência.

Nas variadas falas das autoridades que compuseram a mesa e das lideranças sindicais que se pronunciaram, palavras como “criminoso”, “ataque direto aos trabalhadores”, “revogação da Lei Áurea”, “precarização”, falácia dos políticos e empresários defensores da terceirização”, “adoecimento” e “ataque aos direitos trabalhistas” foram comuns para classificar o Projeto de Lei das Terceirizações que está em pauta no Congresso Nacional. A mesa foi formada por parlamentares, autoridades da Justiça Trabalhista e dirigentes das centrais sindicais. As falas foram contundentes ao reafirmar que a experiência com a terceirização que já existe no Brasil aponta os piores índices de adoecimento e acidentes de trabalho, os menores salários e a maior carga horária na jornada, além do enfraquecimento na representação sindical.

As cadeiras e o chão dos corredores ficaram lotados e muitas pessoas permaneceram em pé no fundo do auditório e mesmo no corredor do lado de fora. Mais de 700 pessoas ouviram os pronunciamentos e se manifestaram, de quando em quando, com palavras de ordem como “Não, não, não à terceirização”. Ao final da audiência, o presidente da FECESC, Francisco Alano, leu a proposta da Carta dos Catarinenses, texto apresentado por diversas entidades sindicais e sociais representadas na audiência, para ser colocada em votação. A carta foi aclamada por todos os presentes. Antes disso, ainda, Alano nomeou um a um os deputados catarinenses que votaram a favor do Projeto de Lei da Terceirização e contra os trabalhadores, fazendo surgir uma intensa vaia da plateia após cada um dos nomes. “Este é um recado para os nossos senadores, que precisam nos ouvir e votar pelo fim da farra das terceirizações, eles não podem passar por cima da história de luta dos trabalhadores brasileiros”, afirmou o presidente da FECESC.

Conheça a íntegra da Carta dos Catarinenses:

CARTA DOS CATARINENSES CONTRA A TERCEIRIZAÇÃO

             O Movimento Sindical e Social Catarinense, reunido em Audiência Pública da Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa do Senado Federal e da Assembleia Legislativa de Santa Catarina (ALESC) em 8 de junho de 2015, vem por meio desta carta afirmar o repúdio ao atual texto aprovado pela Câmara dos Deputados relativo ao PL 4330, agora nominado no Senado como PLC 30/2015, que estabelece a farra das terceirizações no Brasil.

            As trabalhadoras e trabalhadores terceirizados já existentes no Brasil recebem, em média, salários 26% inferiores ao dos trabalhadores diretos; trabalham, em média, 3 horas semanais a mais; e permanecem menos tempo no emprego: 2,5 anos ao passo que os demais permanecem 6 anos, em média. Os terceirizados estão mais expostos aos acidentes de trabalho, sendo que de cada 5 trabalhadores que morrem no ambiente de trabalho, 4 são terceirizados. Por fim, outro dado alarmante, 90% dos trabalhadores resgatados em condições análogas à escravidão estavam alocados em empresas terceirizadas.

Quando analisada por setor econômico, a prática da terceirização se revela ainda mais nefasta. No caso do setor bancário, por exemplo, a redução da remuneração é mais gritante. Os chamados correspondentes bancários, que realizam as mesmas atividades dos bancários, mas estão alocados em outros setores (basicamente como comerciários), recebem menos de 30% dos trabalhadores diretos. É preciso ser taxativo: a terceirização atende apenas os interesses de parte considerável dos empresários brasileiros, que, fundamentados em uma forma de pensar atrasada, ainda veem na redução de direitos trabalhistas a única maneira de reduzir custos.

No caso dos trabalhadores e trabalhadoras do setor público, por sua vez, a terceirização aparece não só como uma maneira de comprometer direitos trabalhistas. Ela também agrava a qualidade dos serviços prestados e o desperdício do dinheiro público. É comprovado que o gasto do Estado com serviços terceirizados é maior que o gasto com a contratação mediante realização de concurso público, sendo que a qualidade do serviço nem de longe acompanha o aumento do gasto. Quem ganha são apenas as empresas privadas, que obtém enormes lucros substituindo o Estado no cumprimento de seus deveres.

Em Santa Catarina, de um total de 2,1 milhões de trabalhadores e trabalhadoras, já temos 600 mil terceirizados. Ou seja, 28% da nossa força de trabalho já se encontra terceirizada. Os defensores do PL 4330 afirmam recorrentemente que o atual texto aprovado visa regulamentar e melhorar a vida destes 600 mil terceirizados. Ocultam, no entanto, que através da liberação da terceirização nas atividades-fim das empresas, aquelas que constituem a sua essência (bancários em um Banco, professores em uma escola, vendedores no comércio etc.), o que está em jogo é a situação dos 1,5 milhões de trabalhadores e trabalhadoras restantes, que hoje ainda tem a proteção das leis trabalhistas.

É importante ressaltar também que a posição contra as terceirizações não é exclusiva por parte das entidades sindicais e sociais efetivamente representantes da classe trabalhadora. Outras entidades já expressaram publicamente sua contrariedade ao PL 4330. O Tribunal Superior do Trabalho (TST) por ampla maioria de seus Ministro, é contrário, declarando que a medida representa um “profundo e rápido rebaixamento do valor social do trabalho”. A Comissão de Assuntos Sindicais da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) também se declarou contrária; assim como a Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho (Anamatra); Associação   Nacional dos Procuradores do Trabalho (ANPT); a Confederação Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB); o Instituto de Pesquisas e Estudos Avançados da Magistratura e do Ministério Público do Trabalho (IPEATRA); a Rede Nacional de Pesquisas e Estudos em Direito Social (RENAPEDS); a Associação Latino-Americana de Advogados Laboralistas (ALAL); os Auditores Fiscais do Ministério do Trabalho e a Rede Latinoamericana de Juízes (REDLAJ – organismo internacional com magistrados representantes de 19 países da América Latina).

Por fim, a terceirização, na prática, joga a CLT no lixo. Ataca os direitos dos trabalhadores e trabalhadoras e precariza as relações de trabalho, reduzindo salários, causando doenças e prejudicando a qualidade de vida da população. Não é um ataque apenas às conquistas históricas da classe trabalhadora, é também contra toda a sociedade brasileira, que vivenciará, caso aprovado o PL 4330, uma forte redução do mercado interno, com impactos diretos sobre a geração de emprego e renda, paralisando o processo de distribuição desta e de redução das desigualdades. Desta forma, o Movimento Sindical e Social Catarinense externa seu mais absoluto repúdio ao texto aprovado, esperando que o Senado Federal seja capaz de refletir seriamente sobre o tema, barrando a aprovação deste grande ataque à classe trabalhadora e à sociedade catarinense e brasileira.


CUT – Central Única dos Trabalhadores
UGT – União Geral dos Trabalhadores
NCST – Nova Central Sindical dos Trabalhadores
CTB – Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil
INTERSINDICAL – Instrumento de Luta e Organização da Classe Trabalhadora
FECESC – Federação dos Trabalhadores no Comércio no Estado de Santa Catarina
FETIESC - Federação dos Trabalhadores na Indústria de Santa Catarina           
FETICOM – Federação dos Trabalhadores na Industria da Construção e do Mobiliário de Santa Catarina
SINDASPI-SC – Sindicato dos Trabalhadores em Empresas de Assessoramento, Pericia, Pesquisa e Informação de Santa Catarina
SINDSAUDE – Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos de Serviço Saúde de Florianópolis
MMTU/SC - Movimento de Mulheres Trabalhadoras Urbanas de Santa Catarina
APLER Blumenau e Região – Associação em Defesa da Saúde do Trabalhador e dos Vitimados pelo Trabalho de Blumenau e Região
IBDP – Instituto Brasileiro de Direito Previdenciário
ANAMATRA - Associação Nacional dos Magistrados da justiça do Trabalho
FETROESC – Federação dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários de Santa Catarina
SEEB - Sindicato dos Empregados nos Estabelecimentos Bancários de Florianópolis e Região
SINAIT – Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais do Trabalho
A fórmula 85/95 entra em vigor até 2017, após medida provisória, do governo federal, editada na noite de quarta-feira passada.
Essa nova regra vai melhorar bastante a vida de pessoas que já tem tempo de contribuição avançado. Abaixo, vamos apresentar alguns exemplos que comprovam isso.
A 85/95 vai valer sem alterações até 2017. Portanto, é tempo de muitos trabalhadores e trabalhadores aproveitarem a oportunidade e se aposentarem agora com benefício integral, sem as perdas do fator previdenciário.
 
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Manual do trabalhador

Um instrumento dos trabalhadores na defesa dos seus direitos. Ele apresenta as principais garantias previstas na legislação e nas convenções e acordos coletivos de trabalho assinadas pelo Sindicato.

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SEEF - Sindicato dos Empregados em Edifícios e em Empresas de Compra
Venda, Locação e Administração de Imóveis de Florianópolis/SC

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