O SEEF alerta todos os trabalhadores e trabalhadoras da nossa base sobre os riscos da terceirização. A promessa patronal de “modernização” e “eficiência” esconde uma dura realidade: terceirizar significa precarizar. Segundo dados do DIEESE (Nota Técnica nº 172/2017), trabalhadores terceirizados recebem, em média, 24,7% a menos que os contratados diretamente. Além disso, cumprem jornadas maiores - cerca de 3 horas a mais por semana - e sofrem com maior rotatividade, instabilidade e mais acidentes de trabalho.
Essa desigualdade afeta diretamente nossa categoria, que já enfrenta uma rotina intensa e muitas vezes invisibilizada. Porteiros, zeladores, trabalhadores de shoppings e de edifícios residenciais e comerciais têm um papel fundamental para o funcionamento das cidades. Não podemos permitir que a terceirização retire direitos, reduza salários e aumente os riscos de saúde e segurança.
O SEEF segue firme na luta para barrar qualquer forma de precarização e defender o emprego com carteira assinada, regulamentado e com direitos garantidos. Só com unidade e mobilização vamos garantir respeito, valorização e dignidade para toda a categoria.