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  Quarta, 08 Março 2017 02:12

Rápido como rastilho de pólvora Destaque

Escrito por  Rogério Manoel Correa
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Após o golpe contra a classe trabalhadora brasileira, organizado e executado pela extrema direita conservadora deste país, o resultado começou aparecer.
O presidente golpista, os deputados federais, os senadores e boa parte do judiciário que contribuíram para o golpe estão retribuindo para a elite e para os banqueiros os investimentos nas campanhas eleitorais e as indicações políticas.
Já aprovaram a PEC da morte do BRASIL, ao aprovar o congelamento de investimentos nas políticas públicas pelos próximos 20 anos. Saúde, educação, segurança, cultura, infraestrutura, toda e qualquer política publica está limitada ao índice da inflação, não levando em consideração a real necessidade e o crescimento da população nos próximos anos.
Aprovaram a Reforma do Ensino Médio, que parece a melhor coisa do mundo, mas na verdade servirá para formar robôs, pessoas sem capacidade de pensar sozinha. Vão continuar sendo massas de manobra de quem estiver no poder político deste país.
Agora está em curso a Reforma Trabalhista que tem como objetivo tirar todos os direitos dos trabalhadores. Direitos conquistados com muitas lutas, lágrimas e vidas. Está em jogo o parcelamento do 13º salário, a redução do fundo de garantia, o aumento da carga horária, a redução do intervalo para almoço e vários outros. Ainda possibilitando que as negociações fiquem com condições menores que estão na CLT, acabando com a sua finalidade.
Já a Reforma da Previdência propõe aumentar a idade de aposentadoria para 65 anos e o tempo de contribuição para 25 anos para homens e mulheres. Todos os trabalhadores e trabalhadoras do campo, da cidade, do setor público ou privado. Imaginem uma professora em sala de aula, um mineiro nas minas de carvão, uma enfermeira no hospital, uma doméstica, um pedreiro, estas são algumas profissões que os trabalhadores terão sérios problemas de saúde e possivelmente não irão se aposentar. Está reforma irá reduzir sensivelmente os valores dos benefícios. E não podemos esquecer os benefícios sociais como os auxílios doenças, LOAS, aposentadorias abaixo do salário mínimo.
Este cenário é tão cruel que a população não está acreditando que irá acontecer, que é ilusão, que é impossível mexer na lei, que temos direitos adquiridos. Quem conseguir viver, verá!
E para aumentar as nossas preocupações com o bem estar dos trabalhadores e das organizações, que realmente os defendem, tem a regulamentação da terceirização. Está sendo cogitada a possibilidade de ampliar o direito de terceirizar qualquer posto de trabalho não importando se é atividade meio ou fim. Isto significa que as escolas poderão ter professores terceirizados, não mais concursados, poderemos ter médicos e enfermeiros terceirizados e não mais efetivos da rede pública e poderemos ter vários outros setores terceirizados. Se isso acontecer todos nós poderemos ser prejudicados, com a qualidade dos serviços, insegurança, pois a quem iremos cobrar quando necessário? Ao governo ou a empresa que prestar o serviço, no caso do serviço público? Vamos reclamar com o dono da loja ou com a empresa no caso do setor privado? Talvez o maior prejuízo para os trabalhadores e a sociedade seja fragilização das organizações sindicais que ficaram reduzidas a meros escritórios de homologação e de negociação.
Tudo isso e muito mais está acontecendo muito rápido, feito rastilho de pólvora. As organizações e a sociedade não estão conseguindo se organizar com eficiência para combater esses ataques. É preciso maior atenção da população, em especial os trabalhadores e as trabalhadoras que serão os maiores prejudicados.
O tempo passa muito rápido e não podemos esperar que o mal aconteça para lutar, pelo contrario, é preciso lutar para evitar que o mal aconteça!

Rogério Manoel Corrêa
Presidente do SEEF.
Lido 560 vezes Última modificação em Quarta, 22 Março 2017 23:16

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